Semana Nacional da Família

Hoje nos deparamos com desafios cuja complexidade supera a nossa capacidade humana de enfrentá-los. Entretanto, o Senhor nos confia essa missão, evangelizadora e pastoral! São João Paulo II dizia: “o futuro da humanidade depende da família”.

A instituição familiar sofre desgastes e ameaças. Entre outros problemas gravíssimos estão a disseminação das drogas, educação deficiente, falta de oportunidade profissional, uniões consensuais de breve duração, filhos gerados que ficam soltos, sem orientação.

Como se isso não bastasse, grupos ideologizados afirmam a falência da família, substituída por uniões informais, ao sabor do prazer, ou da tendência do momento. Grupos de pressão desqualificam cristãos que se comportam de acordo com a lei natural e divina, ou seja, vivem o caráter sagrado da família.

Enquanto que ativistas patrocinados desqualificam a instituição familiar, nós defendemos e promovemos a instituição familiar, orientando-nos pelos Mandamentos da Lei de Deus e pelos valores do Evangelho de Jesus. Pelos princípios da fé que ilumina a razão, nós entendemos que os valores da lei natural e da lei divina são referenciais irreformáveis.

Cabe aos pastores da Igreja orientar os filhos e filhas de Deus na vocação e missão de formar e fortalecer os vínculos familiares, não obstante as mudanças de comportamento moral, adotadas pela maioria das pessoas na circunstâncias atuais da modernidade.

Os valores indissociáveis que estabelecem a instituição familiar são: o amor fiel que une um homem e uma mulher de forma monogâmica, voltado à geração e educação dos filhos. Os cristãos têm o direito de defender a vida e a família contra aqueles(as) que optam por estilos de vida peregrina. A defesa e a promoção da instituição familiar são ao mesmo tempo um direito e um dever. Ao cumpri-las não agredimos ninguém.

A vitalidade da família, chamada “igreja doméstica”, assenta-se na vivência da unidade na caridade, manifestada no amor fiel entre os esposos, os pais, e seus filhos(as). O Matrimônio é vocação e não aposta. Vocação cultivada, futuro promissor!

Diácono Carlinhos

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