Mês missionário

Para nós cristãos, este mês de outubro é um tempo dedicado às missões, ou o mês missionário. Ser missionário é dever de todas as pessoas que receberam o batismo. “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.

Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mt 28,19-20 ). O papa Francisco recordou muito bem que: “[…] há uma forma de pregação que nos compete a todos como tarefa diária: é cada um levar o Evangelho às pessoas com quem se encontra, tanto aos mais íntimos como aos desconhecidos.

É a pregação informal que se pode realizar durante uma conversa, e é também a que realiza um missionário quando visita um lar. Ser discípulo significa ter a disposição permanente de levar aos outros o amor de Jesus; e isto sucede espontaneamente em qualquer lugar: na rua, na praça, no trabalho, num caminho.

Nesta pregação, sempre respeitosa e amável, o primeiro momento é um diálogo pessoal, no qual a outra pessoa se exprime e partilha as suas alegrias, as suas esperanças, as preocupações com os seus entes queridos e muitas coisas que enchem o coração.

Só depois desta conversa é que se pode apresentar-lhe a Palavra, seja pela leitura de algum versículo ou de modo narrativo, mas sempre recordando o anúncio fundamental: o amor pessoal de Deus que Se fez homem, entregou-Se a Si mesmo por nós e, vivo, oferece a sua salvação e a sua amizade”.

Em um momento tão difícil e complicado como este que estamos vivendo é que precisamos nos perguntar, o que significa ser missionário e transmitir ao mundo a mensagem do evangelho.

O mundo requer de uma maneira ainda mais exigente um verdadeiro testemunho dos cristãos. Não somente aquele que se faz com a boca, no qual se diz “Senhor, Senhor”, mas aquele cujos atos e ações revelam o próprio Jesus e seu amor capaz de dignificar as existências.

Diácono Carlinhos

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